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Coleção Pensamento Humano

COLEÇÃO PENSAMENTO HUMANO

Ser e VerdadeSer e Verdade
Autor: Martin Heidegger
Tradução: Emmanuel Carneiro Leão
Revisão da tradução: Renato Kirchner

Ser e verdade reúne duas séries de aulas dadas pelo pensador alemão Martin Heidegger. Na primeira série, A questão fundamental da filosofia (de 1933), o autor confronta-se com o pensamento lógico-matemático dos sistemas metafísicos do século XVIII. Na segunda série, Da essência da verdade (de 1933/34), ele questiona o fundamento da transformação histórica sofrida pela essência da verdade ao passar do desencobrimento para a correção (da sentença). As duas partes revelam uma proximidade com o jargão político do tempo em que as aulas foram dadas. Porém, o abismo que separa a atitude do pensamento de Heidegger e a ideologia do nacional-socialismo é intransponível. Por isso, as mesmas aulas poderiam ter sido dadas, em suas afirmações fundamentais, também em outra ocasião.

Edição: Edusf, Vozes, 2007.
ISBN: 978-85-86965-98-2
Formato: 14,7 x 21 cm, 312 p.


A caminho da linguagemA caminho da linguagem
Autor: Martin Heidegger
Tradução: Emmanuel Carneiro Leão e Marcia Sá Cavalcante Schuback

O livro representa um dos textos-caminhos fundamentais do itinerário do pensamento de Heidegger. Publicado pela primeira vez em 1959, A caminho da linguagem reúne ensaios e conferências redigidos e pronunciados na década de 50. Decidir se é a linguagem que propicia as categorias do pensamento ou se as categorias do pensamento é que determinam as estruturas da linguagem parece constituir tarefa obrigatória de todos os filósofos. Por isso a idéia central do livro é a de dar uma virada nesse modo milenar de se problematizar o relacionamento entre pensamento e linguagem.

Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2003.
ISBN: 85-86965-65-0/85-326-2920-2
Formato: 13,7 x 21 cm, 232 p


A cidade de Deus (volumes I e II)A cidade de Deus (volumes I e II)
Autor:
Santo Agostinho
Tradução: Oscar Paes Leme
Introdução: Emmanuel Carneiro Leão

É uma das grandes obras da história. Trata-se da primeira tentativa de se interpretar o mundo e tudo que o mundo contém pela experiência da fé cristã. É a primeira teologia da história. Para Santo Agostinho, a história humana é a história da salvação dos homens. Tudo que acontece ou deixa de acontecer se acha inscrito na economia da salvação. A sociedade é a Cidade de Deus. A fé cristã não constitui um setor na vida do crente. Banhado na luz da fé, todo o mundo se transfigura. Crer não significa caminhar para o céu. Significa que toda a vida já pressupõe a fé e que apenas pela fé se entra e se vive a libertação do homem.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2003.
ISBN: 85-86965-58-8 (vol. I) e 85-86965-59-6 (vol. II)
Formato: 13,7 x 21 cm, 414 p. e 589 p.


O conceito de ironia: constantemente referido a SócratesO conceito de ironia: constantemente referido a Sócrates
Autor: Søren Aabye Kierkegaard
Apresentação e tradução: Álvaro Luiz Montenegro Valls

Nesta sua tese, Kierkegaard restaura todo o vigor do pensamento da ironia socrática. Não se trata de um procedimento. A ironia é a própria condição humana em sua transcendência. A tarefa da ironia não é encontrar respostas, nem dar explicações ou construir teorias. É examinar as posições das diversas respostas vividas pelos homens em seus respectivos pressupostos de sustentação. Na famosa formulação socrática: “sei que não sei”, o “que” não tem função categorial, seja integrante ou casual, mas existencial. Indica a conjuntura da existência em que se dá e exerce a libertação da liberdade: em tudo que sabe, Sócrates não apenas sabe que não sabe. A ironia não visa constatar um fato. Fala de uma atitude e modo de ser. A atitude e o modo de ser do homem. Em tudo, o homem vive sobretudo o não saber. Pensar não é saber. É não saber. Quando se pensa, não se pretende saber, quando se pretende saber, não se pensa. Ironia é liberdade.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2005.
ISBN: 85-86965-83-9 (2a edição)
Formato: 13,7x 21 cm, 283 p.


ConfissõesConfissões
Autor: Santo Agostinho
Tradução: J. Oliveira Santos e A. Ambrósio de Pina
Introdução: Emmanuel Carneiro Leão

É o mais famoso escrito de Santo Agostinho. Os feitos e fatos da história dos homens não são simples ocorrências. São experiências de libertação do homem pela graça de Deus em Cristo. Nos caminhos desta libertação não há tempo perdido nem esforço inútil. Nada acontece com vistas a um resultado. Tudo está pela e para a “Verdade, que liberta”. Nenhum dia se dá apenas pelo dia seguinte, nenhuma busca se empenha apenas pelo lucro. Todo momento é “tempo de libertação”, todo dia é “o dia da salvação”, pois em cada busca de um vive a cristandade de todos.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2003.
ISBN: 85-86965-64-2
Formato: 13,7x 21 cm, 367 p.


Didascálicon: da arte de ler
Autor: Hugo de São Vítor
Tradução e introdução: Antonio Marchionni 

Em edição bilíngüe, Da arte de ler, opúsculo escrito em 1127, apresenta a preocupação da época na busca da sabedoria. Enfatiza a leitura como o principal meio de instrução e expõe suas regras básicas, seja na leitura profana, seja na dos livros sacros (especialmente as regras de interpretação). É, na história, o primeiro livro pedagógico de introdução ao saber direcionado ao alunado. 

Edição: Edusf, Vozes, 2007.
ISBN: 85-86965-76-6
Formato: 14,7 x 21 cm, 294 p.


Ensaios e conferênciasEnsaios e conferências
Autor: Martin Heidegger
Tradução: Emmanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel, Marcia Sá Cavalcante Schuback

Este volume da coleção Pensamento Humano reúne ensaios críticos e conferências proferidas por Martin Heidegger nos primeiros anos da década de 50. Os temas tratados expõem, em variados registros, o desafio de se redefinir a tarefa do pensamento numa era marcada pelo esquecimento do ser.

Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2002.
ISBN: 85-326-2638-6 (2a edição)
Formato: 13,7 x 21 cm, 272 p.


Fenomenologia do espíritoFenomenologia do espírito
Autor: Georg Wilhelm Friedrich Hegel
Tradução: Paulo Meneses, Karl-Heinz Efken e José Nogueira Machado
Apresentação: Henrique Cláudio de Lima Vaz

É a primeira tentativa de construir um sistema de filosofia que Hegel publicou. Neste sistema, a Fenomenologia cumpre um papel fundamental: é a introdução à ciência. Ciência em Hegel é sinônimo de filosofia. Toda a história é o desdobrar-se da possibilidade do Espírito. Espírito diz a dinâmica da realidade: a impossibilidade de esgotar-se em qualquer realização ou em todas as realizações juntas. Por isso é que a Fenomenologia e o Espírito não são duas coisas distintas, mas um mesmo processo de realização da realidade. A obra foi publicada em 1992 pela Vozes, em dois volumes. A nova edição foi novamente traduzida e transformada num só volume para facilitar a consulta. Fenomenologia do espírito assinalou, em 1807, um marco no trabalho de Hegel.

Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2003.
ISBN: 85-326-2769-2 (2a edição)
Formato: 13,7 x 21 cm, 552 p.


Hermenêutica: arte e técnica da interpretaçãoHermenêutica: arte e técnica da interpretação
Autor: Friedrich D. E. Schleiermacher
Tradução e apresentação: Celso Reni Braida

Os três textos aqui traduzidos fazem parte de um conjunto de manuscritos, originalmente redigidos como notas para os cursos e conferências ministrados entre 1805 e 1833. Nestes textos Schleiermacher expõe a sua teoria e os princípios gerais da “arte da compreensão e interpretação” de textos e discursos. A compreensão é realizada através de dois procedimentos complementares – interpretação gramatical e psicológica – e por meio de dois métodos: o método histórico-comparativo e o método intuitivo-divinatório. O objetivo desta obra foi o de propiciar um primeiro contato com os textos hermenêuticos de Schleiermacher.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2003.
ISBN: 85-86965-63-4 (4a edição)
Formato: 13,7 x 21 cm, 272 p.


Investigações filosóficasInvestigações filosóficas
Autor: Ludwig Wittgenstein
Tradução: Marcos G. Montagnoli
Revisão da tradução: Emmanuel Carneiro Leão

Wittgenstein revê as posições do Tractatus logico-philosophicus, reconhecendo a validade do discurso filosófico como um jogo de linguagem possível entre muito outros. O importante é saber como se joga, e não perguntar o que é o jogo.

Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2005.
ISBN: 85-86965-82-0/85-326-1328-4 (2a edição)
Formato: 13,7x 21 cm, 350 p.


O livro da divina consolação e outros textos seletosO livro da divina consolação e outros textos seletos
Autor: Mestre Eckhart
Tradução: Raimundo Vier, Fidelis Vering, Leonardo Boff, Emmanuel Carneiro Leão, Gilberto Gonçalves Garcia
Introdução: Leonardo Boff

Eckhart nos mostra o caminho para a união com Deus através de todas as caminhadas da vida. A união é fruto de um empenho radical da graça. Mas graça não se dá sem ascese. É sempre um conquista da liberdade da fé. Esta conquista Eckhart chama de mística do desnudamento, da pobreza radical ou do esvaziamento total. O espírito mergulha em tal profundidade que se transfigura pelo esquecimento de si e do outro. O centro atrai os raios com tanta força que a origem de toda irradiação se instala no nada do espírito.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2005.
ISBN: 85-86965-81-2 (5a edição)
Formato: 13,7x 21 cm, 206 p.


Manifesto do partido comunistaManifesto do partido comunista
Autor: Karl Marx e Friedrich Engels
Tradução: Marco Aurélio Nogueira e Leandro Konder
Organização e introdução: Marco Aurélio Nogueira

Esta obra foi escrita como programa da liga dos comunistas e expressa as tentativas da classe operária de se afirmar como força autônoma. Apresenta, além do mais, o socialismo científico como nova forma de pensar a sociedade industrial e o socialismo da época, tendo como princípios: a dialética das lutas de classes e das contradições sociais, a superação da sociedade burguesa e o lugar de destaque dos operários. As primeiras edições desta obra foram feitas, pela Editora Vozes, na coleção Clássicos do Pensamento Político.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2003.
ISBN: 85-86965-62-6
Formato: 13,7 x 21 cm, 152 p.


As obras do amor: Algumas considerações cristãs em forma de discursosAs obras do amor: Algumas considerações cristãs em forma de discursos
Autor: Søren Aabye Kierkegaard
Tradutor: Álvaro L.M. Valls
Revisão da tradução: Else Hagelund

Essas Considerações, de 1847, analisam o mandamento do amor, ante o pano de fundo do Hino à caridade. Recorrem à filosofia e lembram o Banquete. Mas o amor cristão é um mistério, que só pode ser conhecido pelos seus frutos, as obras: há que crer no amor. O amor cristão é comparado com o amor apaixonado platônico e a amizade aristotélica. As obras do amor tornaram-se um clássico da literatura, livro de cabeceira para muita gente séria, lido como uma nova Imitação de Cristo. É “um livro para todos e para qualquer um”: para crescer no amor, aproximar-se do Amor.

Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2005.
ISBN: 85-86965-84-7/85-326-3118-5)
Formato: 13,7 x 21 cm, 432 p.


Parmênides
Autor:
Martin Heidegger
Tradução: Sérgio Mário Wrublevski
Revisão da tradução: Renato Kirchner 

O tema central deste livro é a questão da verdade, cuja compreensão primordial encontra-se no "poema doutrinário" de Parmênides. A partir da diferença entre o pensamento grego e romano e do contraste na linguagem, Heidegger analisa o declínio no entendimento primordial da verdade e da não-verdade, que teve início na filosofia grega tardia e que continuou através da latinização do Ocidente até hoje. Embora tenham se passado 25 séculos desde o início do pensamento ocidental, contudo, o passar dos anos e séculos jamais tocou o que é pensado no pensar dos pensadores originários. Essa possibilidade, ainda não tocada pelo tempo, que tudo pode corroer, não é, no entanto, de forma alguma, devida ao fato de que o pensamento, que esses pensadores tinham a pensar, tivesse se preservado, desde então, em si, num lugar supratemporal, por assim dizer, "eterno". 

Edição: Edusf, Vozes, 2008.
ISBN: 978-85-7793-000-5
Formato: 14,7 x 21 cm, 238 p. 


Os pensadores originários (edição bilíngüe grego-português)Os pensadores originários (edição bilíngüe grego-português)
Autores: Anaximandro, Parmênides e Heráclito
Tradução: Emmanuel Carneiro Leão e Sérgio Wrublewski
Introdução: Emmanuel Carneiro Leão

Originários são os pensadores que, em tudo que pensam, sempre encontram a realidade dando origem às realizações de qualquer real. Pensar assim não é conhecer no sentido de determinar relações ou construir funções. Também não é refletir sobre a origem nem representar processos. Todo pensamento é integrador: aglutina sempre o real com sua realização. E quando a aglutinação restitui à realização do real sua proveniência, no mistério da realidade, temos um pensador originário. Anaximandro, Parmênides e Heráclito são os pensadores originários da história do Ocidente. Pensam o real originariamente em sua realização. Pensar o real originariamente em sua realização é tecer a realidade no advento de seu mistério nas realizações. São tecelões da realidade.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2005.
ISBN: 85-86965-80-4 (4a edição)
Formato: 13,7x 21 cm, 93 p.


Segundo tratado sobre o governo civil e outros escritos: ensaio sobre a origem, os limites e os fins verdadeiros do governo
civilSegundo tratado sobre o governo civil e outros escritos: ensaio sobre a origem, os limites e os fins verdadeiros do governo civil
Autor: John Locke

John Locke (1632-1704), pensador inglês, é autor de obras fundamentais para o pensamento filosófico e político. No Segundo tratado sobre o governo civil o filósofo começa com um relato do estado de natureza, condição em que os homens são livres e iguais; mas não é “um estado de permissividade” onde um possa prejudicar o outro. O “estado de natureza” tem uma lei de natureza para governá-lo, a que todos estão sujeitos; e a razão, que é aquela lei, ensina a todo gênero humano que, sendo iguais e independentes, ninguém deve prejudicar o outro em sua vida, saúde, liberdade ou posses. Para Locke, quando o homem transgride a lei da natureza, torna-se um inimigo da humanidade, e merece ser punido, pois renunciou à razão.

Editora: Edusf; Vozes, 2006.
Formato: 318 p.
ISBN: 85-86965-89-8


Ser e tempoSer e tempo
Autor: Martin Heidegger
Tradução: Marcia Sá Cavalcante Schuback

Uma das poucas e clássicas obras filosóficas, indispensáveis para a cultura de um país e para o enriquecimento do pensamento humano: eis o significado de Ser e tempo, do filósofo alemão Martin Heidegger, nas primeiras décadas do século XX. Ela honra o ser humano, em seu lento e penoso desabrochar como ser pensante. Ser e tempo ultrapassa em muito uma simples obra de filosofia. Ela é um marco na filosofia de todos os tempos. Nela é elaborada uma questão fundamental: o sentido do ser. Não tanto o rigor sistemático, como, sobretudo, o caráter provocador do questionamento fizeram da questão Ser e tempo o maior desafio para o pensar da atualidade. Em ritmo revolucionário, como diz o prof. Carneiro Leão, Ser e tempo se põe à altura da Fenomenologia do espírito, de Hegel, e do Zaratustra, de Nietzsche.

Edição: Edusf; Vozes, 2006.
ISBN: ISBN: 85-86965-88-X e 85-326-3284-X
Formato:598 p.


Sonetos a Orfeu; Elegias de DuínoSonetos a Orfeu; Elegias de Duíno
Autor: Rainer Maria Rilke
Tradução e introdução: Emmanuel Carneiro Leão

São poesias da experiência humana com os movimentos de seu próprio princípio e com os gestos de suas transformações. O poeta sempre se espanta com todo o mistério da existência humana. Ler poesia significa recolher-se à escuta da encarnação da vida na linguagem das situações. Uma obra é de arte quando tem a vida própria da arte: a vida da vida, quando alcançou suficiente autonomia, a ponto de desligar-se da biografia de um indivíduo, quando transcende para a universalidade da vida de todos os homens. É esta universalidade concreta, é esta autonomia transitiva que nos mostram os sonetos e as elegias.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2005.
ISBN: 85-86965-79-0 (4a edição)
Formato: 13,7x 21 cm, 207 p.


Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica (vol. I)Verdade e método: traços fundamentais de uma hermenêutica filosófica (vol. I)
Autor: Hans-Georg Gadamer
Tradução: Flávio Paulo Meurer
Revisão da tradução: Enio Paulo Giachini

Neste livro, o autor discute a metodologia das ciências do espírito e da natureza na busca da verdade, à luz da ciência da hermenêutica. Divide-se em três partes: a liberação da questão da verdade desde a experiência da arte; a extensão da questão da verdade à compreensão nas ciências do espírito; e a virada ontológica da hermenêutica no fio condutor da linguagem.

Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2003.
ISBN: 85-326-1787-5 (5a edição)
Formato: 13,7 x 21 cm, 736 p.


Verdade e método: complementos e índice (vol. II)Verdade e método: complementos e índice (vol. II)
Autor: Hans-Georg Gadamer
Tradução: Enio Paulo Giachini
Revisão da tradução: Marcia Sá Cavalcante Schuback

O segundo volume das obras completas de Gadamer reúne textos ligados aos estágios preliminares de Verdade e Método. Nos ensaios autocríticos predominam as questões da estrutura dialógica de linguagem concebida como orientador de mundo e da relação entre pensamento e linguagem. O autor não apenas esclarece, com generosa clareza histórica, os pressupostos de sua hermenêutica filosófica, como a intensifica na proposta de uma hermenêutica da escuta, na escuta, para a escuta da alteridade do homem.

Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2002.
ISBN: 85-326-2710-2 (1a edição)
Formato: 13,7 x 21 cm, 264 p.

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