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Série Memória

Série Memória

A História Prescrita e Disciplinada nos Currículos Escolares: quem ligitima esses saberes?A História Prescrita e Disciplinada nos Currículos Escolares: quem ligitima esses saberes?
Autora:
Maria do Carmo Martins
Este livro corresponde a uma pesquisa histórica sobre a configuração da disciplina História nos currículos para o ensino fundamental, durante o período da ditadura militar no Brasil (1964 - 1985). Tendo como referência teórica a história das disciplinas escolares e o estudos sobre currículo prescrito no campo das políticas educacionais, procura resgatar os conflitos que envolveram diferentes sujeitos - historiadores e conselheiros federais de educação - na formatação dos saberes históricos escolares, nas relações destes saberes com os campos historiográfico e educacionais e na tentativa de ligitimar tais saberes, utilizando-se de suas respectivas organizações políticas e científicas, a Associação Nacional de História (ANPUH) e o conselho Federal de Educação (CFE).


As Ilusões da Liberdade (2ª edição)As Ilusões da Liberdade (2ª edição)
Autora:
Mariza Corrêa

Esta obra é resultado da análise da produção teórica e a atuação concreta de um grupo de médicos misto de cientistas sociais que se designavam a si mesmos como membros da Escola Nina Rodrigues, ?escola? que apesar de bastante mencionada pelos autores que tratam da história intelectual brasileira, ainda não foi analisada enquanto tal. Se esta história é a de um grupo de intelectuais que no processo de se constituir se diferencia de outros grupos sociais, criando novos campos de atuação, é também um trecho da história de uma elite mais ampla que extrapola os limites das definições profissionais e inscreve sua presença nas instituições que regulam a nossa vida em sociedade.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2001
ISBN: 85-86965-17-0
Formato: 15,5x21cm 404p


Baú de Memórias, Bastidores de Histórias: O Legado Pioneiro de Armanda Alvaro AlbertoBaú de Memórias, Bastidores de Histórias: O Legado Pioneiro de Armanda Alvaro Alberto
Autora:
Ana Christina Venâncio Mignot

Em Baú de memórias, bastidores de histórias: o legado pioneiro de Armanda Alvaro Alberto, a autora se debruça sobre o arquivo pessoal de uma das signatárias do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova. No emaranhado de informações dispersas, procurou decifrar a lógica interna do arquivo e as intenções que guiaram sua elaboração. O folhear de velhos documentos - fotos, cartas, bilhetinhos, álbuns de recortes de jornais, relatórios escolares, atas, livros de ouro, livros-caixa, textos publicados e inéditos - permitiu traçar a singular trajetória da educadora no movimento de renovação educacional e refletir sobre as práticas de memória feminina, os espaços de visibilidade da mulher na trama da história e na história da educação brasileira.


Feminização do Magistério: Vestígios do passado que marcam o presenteFeminização do Magistério: Vestígios do passado que marcam o presente
Organizadoras:
Maria Christina Siqueira de Souza Campos/ Vera Lúcia Gaspar da Silva

Este livro reúne trabalhos apresentados por pesquisadoras brasileiras no ?I Congreso Internacional sobre 6os Processos de Feminización del Magisterio?, realizado em San Luis Potosi - México em 2001. São nove textos que discutem, cada um a seu modo, o processo de feminização da profissão docente no Brasil, enfatizando duas questões: ?quando e por que o magistério se tornou uma profissão feminina?? e ?qual o impacto dessa feminização na profissão docente?. As reflexões e análises apresentadas são acompanhadas por dados levantados nos trabalhos de pesquisa que deram origem aos textos, alguns referentes ao contexto nacional, outros com origens regionais. Ao final, a evidência da necessidade de incorporação da reflexão acerca da temática presente neste livro para a compreensão da história da profissão docente, quer no Brasil, quer em outras partes.


Lembranças do PassadoLembranças do Passado
Autora: Maria Helena Palma de Oliveira

O estudo trata Construção Social da Infância no Brasil sob a temática da Violência Doméstica contra Crianças e/ou Adolescentes. Numa perspectiva hodierna do fenômeno, tomou-se a produção autobiográfica, em prosa, de poetas, prosadores, críticos e ensaístas brasileiros de todos os períodos literários que privilegiaram a própria infância como período de vida e relataram esse tipo de violência. A abordagem sociohistórica constatou que o fenômeno só se expressa a partir de 1931, dentro do que Alfredo Bosi define como Tendências Contemporâneas. Além disso, o discurso literário conseguiu antecipar - a partir de 1940 - a discussão crítica da Violência Doméstica contra Crianças e/ou Adolescentes, orientada pela valorização da especificidade da criança como pessoa e como cidadã, essa discussão no discurso científico no Brasil só se realizaria a partir da década de 1980.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2001
ISBN: 85-86965-16-2
Formato: 15,5x21cm 204p


Memória Intelectual da Educação BrasileiraMemória Intelectual da Educação Brasileira
Organizador:
Marcos Cezar de Freitas

Edição especial da Coleção Estudos CDAPH traz análises de Bruno Bontempi Jr., Marcos Cezar de Freitas, Ângela Castro Gomes, Zaia Brandão, Marta Maria Chagas de Carvalho e Clarice Nunes apresentados no Seminário Internacional Memória da Educação Brasileira realizado pelo CDAPH em 1998. A coletânea aborda o intricado jogo de configuração dos campos intelectuais através dos quais educação, política e sociedade tornam-se temas, ora descritivos ora normativos. Assim, trata da configuração de grupos intelectuais relacionados à educação no Brasil sob diversos aspectos. Todas as análises estão relacionadas à intenção de se produzir uma história dos intelectuais, das idéias e das instituições da educação, atendendo aos objetivos do CDAPH.

Edição: Editora Universitária São Francisco, 2002.(2ª edição) 88 p.
ISBN: 85-86965-25-1
Formato: 15,5 x 21cm


A escola e a memóriaA escola e a memória
Autora: Maria Cecília Cortez Christiano de Souza

Para muitos, se as autobiografias existissem para ser fiéis, a situação seria desesperadora, mas se têm interesse para historiadores, é também porque servem de pretexto para descrever um universo histórico ou antropológico pouco ou erradamente conhecido ? aqui devemos transformar o olhar autobiográfico no olhar histórico ou etnográfico. A autobiografia é um guia concreto, tanto para o leitor quanto para o pesquisador; a autobiografia tem uma visibilidade maior do que um tratado histórico, ou um tratado etnográfico ou sociológico. Talvez por uma questão de forma ? a apreensão de uma totalidade pelo particular. Talvez seja porque o romance imprimiu na nossa cultura a idéia de um personagem principal, de um protagonista, de que é preciso um guia para penetrar no território estrangeiro do passado, por causa dessa fraternidade secreta que subjaz entre as formas simbólicas.

Edição: Editora Universitária São Francisco e CDAPH, 2004 (1a impressão, 2000).
ISBN: 85-86965-18-9
Formato: 15,5 x 21 cm, 196 p.

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