Série História & Ciências SociaisSÉRIE HISTÓRIA & CIÊNCIAS SOCIAIS
Esta coletânea apresenta artigos que abordam a questão de gênero a partir de uma perspectiva que rompe com noções dicotômicas e fixas. Trata-se do produto final de um longo processo de discussão coletiva de textos teóricos e de cada artigo aqui publicado; o que não impede que, por vezes, as/os autoras/es apresentem diferentes elaborações da idéia central. Os textos abordam, com novos olhares, discussões teóricas e objetos empíricos relativos a temas como reprodução, sexualidade, corporalidade, mídia, prostituição, educação, política e racialização. Nosso objetivo é contribuir para ampliar o debate acadêmico sobre gênero no Brasil, através de perspectivas que favoreçam a visibilidade da gama de discursos e práticas que perpassam as relações sociais.
Edição: Editora Universitária São Francisco,2002.
A proposta deste livro é fazer uma sociologia da sociologia da Educação no Brasil, tendo como fio condutor
o desenvolvimento histórico, teórico e institucional dessa disciplina entre 1920 e 1979. As relações
entre esse processo, o contexto político de construção da nação, a formação
das primeiras universidades e a definição do papel das ciências sociais no país são o foco
desta pesquisa - principalmente a participação (ou ausência) dos sociólogos na elaboração
e avaliação de políticas públicas.
Edição: EDUSF - Editora Universitária São Francisco; Universidade São
Francisco; 2002
Este livro apresenta questões relacionadas ao vasto mundo da Historiografia, da Educação Brasileira como campo historiográfico particular, da Cultura e da Política, e que constituem o horizonte de intervenção da Coleção Estudos CDAPH. Os ensaios apresentados comprovam que estamos diante de um humanista radical, um democrata intransigente e um estudioso cuja opinião é valiosa. Nos diferentes ensaios o autor aborda questões relativas a qualidade de ensino, a influência do pensamento gramsciniano entre os intelectuais brasileiros, a escola brasileira no final do século XX, entre outras. A escolha do autor e dos temas apresenta uma feliz coincidência: há entre o autor e o CDAPH um enorme apreço pelas causas da liberdade, da democracia e dos compromissos políticos subjacentes a tal apreço.
Edição: Editora Universitária São Francisco, 2002. 174 p.
Esta obra procura investigar as possíveis relações entre cultura, formação e subjetividade no pensamento de Herbert Marcuse. As análises efetuadas permitiram encaminhar a reflexão acerca de um problema relevante para a atualidade, qual seja: que espécie de subjetividade e identidades sociais, no pensamento de Marcuse, vem sendo construída por meio do processo de criação e recriação da cultura. Duas hipóteses foram discutidas ao longo do trabalho. A primeira, é que a concepção de Marcuse a respeito da formação e seus conceitos correlatos e/ou interdependentes de subjetividade, família, cultura e sociedade deve variar ao longo de sua obra, tendo em vista novos interlocutores e a modificação da sociedade. A segunda hipótese remete à possibilidade de aprender, nas três fases da obra de Marcuse, uma teoria da mudança social que encaminhe resoluções para os novos problemas que a modificação do objeto, a sociedade capitalista, dispõe à Teoria Crítica. Conclui que a relação entre cultura e subjetividade sofre mudança de ênfase conforme vai se operando a integração da cultura na sociedade de massas. A análise histórica permitiu estabelecer os nexos entre os conceitos de subjetividade, família, cultura e sociedade, o que acabou por descortinar um potencial político novo para esses conceitos.
Edição: Editora Universitária São Francisco e CDAPH, 2003.
Este livro corresponde a uma pesquisa histórica sobre a configuração da disciplina História nos currículos para o ensino fundamental, durante o período da ditadura militar no Brasil (1964-1985). Tendo como referência teórica a história das disciplinas escolares e o estudos sobre currículo prescrito no campo das políticas educacionais, procura resgatar os conflitos que envolveram diferentes sujeitos ? historiadores e conselheiros federais de educação ? na formatação dos saberes históricos escolares, nas relações destes saberes com os campos historiográfico e educacionais e na tentativa de legitimar tais saberes, utilizando-se de suas respectivas organizações políticas e científicas, a Associação Nacional de História (ANPUH) e o Conselho Federal de Educação (CFE).
Edição: Editora Universitária São Francisco e CDAPH, 2002. Onde Encontrar as Publicações
Editora Universitária São Francisco - EDUSF
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