Titulos Avulsos
Fruto do Congresso Internacional São Francisco e as Fontes Franciscanas, realizado em Curitiba em outubro de 2006, este livro registra as contribuições do evento a fim de atualizar a discussão sobre o estado atual do estudo das Fontes Franciscanas aqui no Brasil. O Congresso aproximou estudantes e professores de história, literatura, artes e filosofia medieval, membros da família franciscana, medievalistas e muitas outras pessoas interessadas em São Francisco e no movimento franciscano. Os principais temas abordados foram: São Francisco, o homem e seu tempo; o estado atual da pesquisa sobre as fontes franciscanas; a figura de Clara de Assis; o movimento dos espirituais e o legado franciscano na América Latina. O volume reúne as principais conferências aportadas ao evento, bem como os textos da seção de comunicações, proferidos por historiadores, medievalistas, filósofos e teólogos, todos pesquisadores e estudiosos da temática.
Editora:Edusf; IFAN, 2007.
Este livro foi escrito pelos professores da disciplina de Estudo do Homem Contemporâneo (EHC) para servir de convite e apoio à reflexão, seja nas atividades de sala de aula, seja no estudo em casa, seja ainda na vida profissional. Não é um livro erudito, nem tem formato científico. Pretende ser fácil de ler e compreender. Você não precisa concordar com as idéias que encontrar aqui: a razão de ser deste livro é provocar discussão e reflexão.
Editora:Edusf; IFAN, 2006.
Este livro originou-se do doutoramento do autor, defendido em 1988 na Universidade de Münster, Alemanha. Nele encontramos uma reflexão sobre os conflitos agrários no Brasil. O livro parte da premissa de que a terra é dom de Deus, confiada aos seres humanos como pressuposto de sua humanização; para posseiros e sem-terra, garantia de sua liberdade e de seu ser sujeito; para os indígenas, dado fundamental de sua existência. A terra para cultivo (terra de trabalho) honra o ser humano e a própria terra; ela está vinculada com Deus, tem a dimensão do símbolo-sacramento. Do outro lado, está a terra de negócio, alheada à condição de mercadoria, submetida ao capital e a sua lógica de mercado, meio de dominação dos pobres e despossuídos. Ela tem a dimensão do fetiche, sendo profundamente adversa a Deus, ao ser humano e à natureza.
Editora: Edusf; CPT, 2006.
É muito bem-vinda entre nós a edição brasileira da famosa Vie de Saint François d’Assise, de Paul Sabatier. Foram anos sonhados na paciência da espera e na vontade de ter mais um subsídio fundamental para a compreensão deste fenômeno humano e cristão chamado Francisco de Assis. Esta não é apenas uma obra a mais sobre este personagem santo e reformador, sobre quem já se escreveram obras capazes de formar uma biblioteca; mas este livro é uma obra diferenciada, que nos leva a uma verdade: vontade de ler, vontade de ser!
Editora: Edusf; IFAN, 2006.
Cada um dos primeiros 60 sermões que ora vêm a público em língua portuguesa parte de e busca atingir sempre o todo; fazer com que e deixar que Deus seja gerado na alma humana. Cada sermão pode ser lido como uma unidade. Em cada sermão, o pensamento especulativo de Eckhart parte e desemboca na unidade do Um. Por se dirigir e partir sempre da natureza humana (divina), estes sermões revestem-se de atualidade e universalidade próprias. Voltam-se a cada homem e mulher de boa vontade, independente de credo ou nível social.
Edição: Edusf; Vozes, 2006
O autor reexamina com muita sensibilidade a trajetória de uma das figuras mais interesssantes da intelectuali-dade
brasileira do século XX: o cultíssimo professor Álvaro Vieira Pinto. Mergulhado no clima dos anos 50
e 60, o autor deste livro se empenha na reconstituição dos debates da época. E – à luz das
preocupações que nos são impostas pelas lutas que travamos hoje – promove uma atenta reavaliação
das posições que eram sustentadas pelos debatedores do passado (como Guerreiro Ramos, Caio Prado Júnior,
Hélio Jaguaribe, Anísio Teixeira, entre outros).(...)
Edição: Cortez; USF-IFAN: 1998
O livro apresenta uma pesquisa sobre a tema da Independência, enfocando-o a partir das ocorrências do processo
histórico em curso na Corte e província do Rio de Janeiro, entre 1820 e 1824). Procura reconstituir a fluidez
das circunstâncias ali vivenciadas e explicitar as vinculações entre as relações de mercado,
as práticas políticas e a produção de representações através das quais os
sujeitos históricos ali atuantes definiam os enfrentamentos vividos naqueles anos.
Edição: Editora Universitária São Francisco: 1999
Este livro traz a público os textos e os debates apresentados no seminário "O impacto das novas tecnologias na pesquisa e na formação do pesquisador em História da Educação", realizado em Belo Horizonte, no ano 2000. Nesse encontro, expressivo conjunto de historiadores da educação procurou aprofundar reflexões sobre o impacto das novas tecnologias na pesquisa e na formação do pesquisador na área e oferecer subsídios e recomendações à comunidade acadêmica e aos gestores de centros de memória, de arquivos e de bases de dados sobre as novas formas de organizar e tornar disponíveis fontes para pesquisa em história da educação.A obra destina-se a professores, pesquisadores e alunos de história da educação; profissionais de biblioteca, arquivos e centros de documentação; aos historiadores em geral e a todos que se interessam pela educação.
Edição: Autores Associados Editora; Universidade São Francisco: 2000
Coletânea de artigos que traz reflexões e discussões realizadas por pesquisadores de diferentes instituições acadêmicas, ao longo do Seminário Provocações em Educação, ocorrido na UNICAMP, acerca do legado educacional de Anísio Teixeira, no momento do centenário de sua morte. Coloca em cena o vigor da luta e trajetória de um dos mais importantes educadores do país, sob a perspectiva de diferentes abordagens teóricas e metodológicas. Obra de referência para todo aquele que se interessa pela história da educação brasileira.
Edição: Autores Associados Editora; Universidade São Francisco: 2000
Grandes transformações verificadas num ínfimo espaço-tempo histórico, com reflexos mundiais,
oferecem ensejo a vários autores (Dermeval Saviani, Francisco de Oliveira, Ladislau Dowbor, Luiz Antônio Cunha,
Marcos Del Roio, Octavio Ianni e Paolo Nosella), pautados em aportes diversos, à discussão sobre a permanência,
a troca e a formulação de novos paradigmas.
Edição: Cortez; Universidade São Francisco-IFAN: 1996
Esta obra é um marco significativo dentre as investigações que se ocuparam em analisar a obra de Anísio Teixeira. O trabalho com (novas) fontes primárias, o "mergulho" nos arquivos e a busca pela compreensão da personagem histórica "em sua própria trama" configuraram uma abordagem singular repleta de história e vida. Anísio, pelas penas de Clarice, foi recuperado com base em uma angulação própria ao trabalho do historiador. Nesse sentido, da aventura arquivística a que se dedicou a autora resultou um Anísio ainda múltiplo, porque ele não era um só; ainda multifacetado, porque era aquele intelectual de um tempo/mundo que se conjuga no plural; mas, apesar disso, resultou também um Anísio único, com o qual só se entra em contato chegando mais perto. É uma homenagem à memória de um intelectual que é, ao mesmo tempo, um patrimônio dos educadores brasileiros e um tesouro a ser recuperado.
Edição: Editora Universitária São Francisco: 2000.
O processo de america-nização do Brasil e da América Latina é um tema que tem sido cada vez mais estudado pelas diferentes disciplinas das Ciências Humanas e Sociais, a partir de abordagens que contem-plam o imaginário social. Convergem para essa área do conhecimento os estudos que utilizam o cinema, a música, a literatura, as artes, o rádio, a TV, os jornais e as revistas como fontes para suas pesquisas e análises.Uma escolha desse tipo foi realizada pela historiadora Mary Anne Junqueira ao definir como seu objeto de pesquisa a revista Seleções, uma compilação de artigos publicados na imprensa norte-americana e que foi absoluto êxito de público no Brasil e América Latina nos anos 50 e 60. O estudo de Mary Anne Junqueira abarca o período entre 1942 e 1970, respectivamente o ano de ingresso da publicação no Brasil e o de transferência de seus serviços editoriais para Portugal.O resultado deste trabalho é apresentado neste livro, fruto de uma pesquisa criteriosa, na qual os dados coletados diretamente dos artigos publicados pela revista foram rigorosamente confrontados com a produção teórica da área.
Edição: Editora Universitária São Francisco, 2000.
Este livro retoma eventos e debates ocorridos no primeiro governo Vargas e, em particular, tudo o que ele marcou nas complexas áreas da saúde, da educação e da cultura em nosso país. Os 200 mil documentos do arquivo pessoal de Gustavo Capanema, ministro da Educação e Saúde entre 1934 e 1945, organizados e catalogados pelo Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas, são uma mina inesgotável de informações sobre um período de grande importância, quando começa a se organizar o Brasil moderno. Este livro é o mapa da mina. O arquivo de Gustavo Capanema é especialmente rico em cartas, anotações, rascunhos e textos incompletos, e isto lhe dá um valor extraordinário. Na educação, na saúde, na organização da cultura, no apoio às artes, na administração do patrimônio histórico e em tantas outras esferas, o Brasil continuou com as práticas criadas naqueles anos, esquecido de suas origens e, assim, sem saber como avaliar o que tem e buscar alternativas. Os textos reunidos nesta obra ajudam a remover, para cada um destes temas, um pouco dos véus do esquecimento e, desta forma, abrem caminho para o futuro.
Edição: Editora FGV; Universidade São Francisco: 2000
Resgatar tensões vividas nas famílias do passado, ainda que não seja remoto, é penetrar num terreno particular-mente difícil. As vivências internas da família não são acessíveis facilmente no presente e são quase invisíveis no passado: existem fragmentos dispersos nas fontes mais variadas; a memória dos descendentes, quando existe, as coloca no passado mítico – em que o tempo não muda nada; os homens sempre trabalharam, as mulheres cozinharam, coseram e criaram seus filhos. Este estudo procura reconstruir fragmentos da vida privada de pessoas comuns, tendo como foco principal famílias de imigrantes chegados e estabelecidos em São Paulo, vindos principalmente da Itália e Portugal, que tiveram momentos de crise familiar documentados por processos de divórcio entre os anos de 1890 e 1930. Mediante essa base documental bem definida, procuramos reconstruir processos de crise familiar, tentando relacionar peculiares dinâmicas de relacionamento pessoal com o pano de fundo social histórico e cultural no qual essas famílias estavam inseridas.
Edição: Editora Universitária São Francisco: 1999
O livro "Da micro-história à história das idéias" expõe, mediante estudos de caso, um roteiro através do qual o leitor poderá perceber a formação histórica de conceitos como os de "conservador", "reacionário" e "autoritário". A arqueologia de alguns debates que marcaram o debate sobre a identidade nacional no Brasil, ao longo do século, é apresentada por um ensaio metodológico no qual a obra do italiano Carlo Ginzburg é comparada com a do historiador brasileiro Sérgio Buarque de Holanda.
Edição: Cortez; USF-IFAN: 1999
Esse livro resulta da investigação persistente do professor Antônio Garcia, ex-aluno e grande amigo de Frei Raimundo Vier OFM, um profundo conhecedor da filosofia medieval. Dom Paulo Evaristo Arns, no prefácio, considera que aqui estão reunidos os melhores ensaios até agora publicados, em língua portuguesa, sobre os vultos mais representativos do pensamento filosófico medieval. Temas abordados: A essência da liberdade na doutrina de João Duns Escoto; Da certeza do conhecimento de Deus em São Boaventura; Vida e Obra de S. Boaventura; A Renascença: página gloriosa na história da filosofia portuguesa; O ideal boaventuriano da sabedoria cristã; Da possibilidade de uma ciência do real em Guilherme de Ockham; Rogério Bacon: sua carreira acadêmico-científica e seu contributo à recepção de Aristóteles; Filosofia no Brasil; A navalha de Ochkam; Guilherme de Ockham – filósofo e teólogo franciscano; São Boaventura – Ciência e Fé; São Francisco e o pensamento medieval; João Duns Escoto; Franciscanismo e personalidade; Ockham e os tempos modernos.
Edição: Vozes; IFAN - USF: 1997
Estão reunidos nesse compêndio estudos de pesquisadores que tentam dar conta da riqueza e da novidade do carisma de Francisco, do significado epocal do movimento franciscano e da fecundidade de pensamento de seus mestres. Esses ensaios buscam problematizar e repensar, em torno de nós temáticos, o legado e a herança franciscana em diálogo com o mundo e com as grandes questões do nosso tempo. Temas desenvolvidos: São Francisco e o movimento franciscano; A mística franciscana; São Francisco em diálogo com o mundo de hoje; Francisco e Clara: uma nova humanidade é possível; A atitude franciscana no diálogo inter-religioso; São Francisco e a modernidade. O volume está dedicado a Simão Voigt, OFM e aos 100 anos do Instituto Teológico Franciscano de Petrópolis.
Edição: Vozes; IFAN - USF: 1996
Esta obra reúne artigos de dezenove intelectuais prestigiados do país, oferecendo ao leitor uma visão de conjunto dos caminhos já percorridos pela História do Brasil, dos "explicadores" aos cultivadores de monografias, dos positivistas aos marxistas, dos "braudelianos" aos seguidores de Foucault, dos que buscam o "sentido" da História aos que afirmam não ter ela sentido algum.
Edição: Contexto; USF - IFAN: 1998
As imagens que as ciências – da educação, da saúde, do direito, da economia etc. – elaboram e partilham em relação à infância por vezes são "fantasmagóricas". No que toca ao ser social que querem representar, assumem tal autonomia em relação a eles que, freqüentemente, sobreleva-se a impressão de que as imagens da infância são estranhas às próprias crianças. Esse "estranhamento", verificável nas mais diferentes frentes de debate, encarece uma história social da infância que, num primeiro plano, percorra a instância da permanente negociação entre sociedade, ciência, literatura e instituições que dividem (e confundem) o universo descritivo com as estruturas normativas que acompanham a criança. Para discutir essa proposta, comparecem à coletânea pesquisadores da USP, da UNICAMP, da PUC-SP, da UNESP e da Fundação Carlos Chagas.
Edição: Cortez; Editora Universitária São Francisco: 1997
Coletânea sobre a efervescência de novas religiões e correntes místicas. Trata-se de um capítulo candente no estudo geral da alma religiosa do nosso tempo. Essa obra reúne um grupo de estudiosos com o objetivo de debater os seguintes temas: Misticismo e novas religiões; A crise das instituições tradicionais produtoras de sentido; O encontro de velhas e novas religiões: esboço de uma teoria dos estilos de espiritualidade; As falácias religiosas do mercado; O futuro do cristianismo na América Latina. Essas questões e seus desdobramentos são aqui tratados numa pluralidade de enfoques e por diversos autores de renome, sociólogos, economistas, teólogos, antropólogos e filósofos, que lidam diretamente com a problemática da religião e da multiplicidade da experiência religiosa no mundo atual.
Edição: Vozes; IFAN - USF: 1994
Esta obra é um marco significativo dentre as investigações que se ocuparam em analisar a obra de Anísio Teixeira. O trabalho com (novas) fontes primárias, o "mergulho" nos arquivos e a busca pela compreensão da personagem histórica "em sua própria trama" configuraram uma abordagem singular repleta de história e vida. Anísio, pelas penas de Clarice, foi recuperado com base em uma angulação própria ao trabalho do historiador. Nesse sentido, da aventura arquivística a que se dedicou a autora resultou um Anísio ainda múltiplo, porque ele não era um só; ainda multifacetado, porque era aquele intelectual de um tempo/mundo que se conjuga no plural; mas, apesar disso, resultou também um Anísio único, com o qual só se entra em contato chegando mais perto. É uma homenagem à memória de um intelectual que é, ao mesmo tempo, um patrimônio dos educadores brasileiros e um tesouro a ser recuperado.
Edição: Editora Universitária São Francisco: 2000.
Coletânea de 150 cartas escritas por Anísio Teixeira e Fernando de Azevedo, entre 1929 e 1971, existentes no Arquivo Fernando de Azevedo do Instituto de Estudos Brasileiros (IEB-USP). Correspondência que testemunha a amizade e a trajetória de luta de ambos pela educação nacional. Cartografia elucidativa das reformas de instrução pública realizadas no Rio de Janeiro e em São Paulo, do Manifesto de 1932, dos Institutos de Educação e das Universidades do Distrito Federal e de São Paulo, da Lei de Diretrizes e Bases, do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais e dos Centros Regionais.
Edição: Editora Universitária São Francisco: 2000
Norte-americanos no Brasil é fruto de pesquisa minuciosa em arquivos nacionais e procura analisar a presença da Fundação Rockefeller no período de consolidação da Universidade de São Paulo (USP), entre 1934 e 1952. A análise concentra-se em duas vertentes: a primeira aponta para a existência de outro modelo acadêmico na USP que não exclusivamente o francês. A segunda identifica as figuras que localmente asseguram a realização dos acordos com a Fundação Rockefeller, em especial Ernesto Leme, Ernesto de Souza Campos e Zeferino Vaz. Denominamos parceiros paulistas da filantropia científica norte-americana, tiveram expressiva atuação na implantação do sistema de ensino e pesquisa no país, constituindo-se em um segmento da elite que, nas décadas analisadas, deslocou seu eixo de interesse da França para os Estados Unidos.
Edição: Editora Autores Associados; Universidade São Francisco; 2001
O livro apresenta dois objetivos: primeiro, avaliar experimentalmente a suposição de C. G. Jung de que fenômenos parapsicológicos são atribuíveis aos arquétipos e complexos presentes em nosso inconsciente, a fim de verificar se em fenômenos de informação extra-sensorial é possível detectar influências arquetípicas; segundo, a partir da experiência clínica, confirmar a suspeita de que indivíduos epilépticos teriam mais capacidade paranormal que indivíduos não-portadores deste mal. O livro mostra que os resultados são animadores, uma vez que também levou a desenvolver um sistema original, baseado na teoria junguiana, para detectar interferências de imagens-símbolos arquetípicos nos ferômenos de percepção extra-sensocial.
Edição: Editora Universitária São Francisco, 2000.
O Serviço Social da Indústria e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, - respectivamente SESI
e SENAI - são o objeto de estudo deste livro da pesquisadora norte-americana Barbara Weinstein.
Edição: Cortez; CDAPH-IFAN: 2000
Obra de leitura instigante, esclarecedora e sumamente necessária para a compreensão do processo da globalização na esfera da cultura e da religião sob "um olhar autóctone". Os estudos contidos nesse livro levam em conta as singularidades, contradições e idiossincrasias próprias da experiência cultural e religiosa no contexto brasileiro. Os autores são antropólogos, sociólogos, estudiosos da arte e um teólogo. Temas abordados: Atualidade do conceito de indústria cultural; Artes plásticas, fluxo visual globalizado e mudanças na percepção; Publicidade global e hábitos de consumo; Transformações na cultura urbana das grandes metrópoles; Religião, mídia e os predicamentos da convivência pluralista; Uma análise do evangelismo transnacional norte-americano; O problema das diferenças em um mundo global; A civilização do mercado: um desafio às igrejas.
Edição: Vozes; IFAN - USF: 1998
Livro que propõe uma análise da situação em que se encontra a educação superior no Brasil, calcada na crítica à atual política governamental adotada para a área. Discute as concepções privatistas em relação ao ensino superior e a atuação do governo neste sentido. Para tanto, os autores colocam em discussão a concepção de público subjacente às propostas de reforma de Estado e da educação superior propaladas pela atual administração. Apontam para os riscos e fragilidade de uma política pública voltada à diferenciação das instituições de ensino superior, levada a efeito pelo atual governo, no sentido de legitimar a criação de "centros repassadores de conhecimento" e "centros de excelência" universitária.
Edição: Cortez; USF-IFAN: 2001 (2a edição revista)
A autora aborda a contribuição do "pioneiro" Paschoal Lemme, matizando versões cristalizadas a respeito de um grupo de intelectuais – "A Intelligentsia educacional" – fundador de instituições e saberes pertinentes ao campo da educação em nosso país. Zaia Brandão analisa o processo de apropriação de alguns estudos demonstrando como tem-se dado "a fixação de uma certa memória da educação brasileira". O livro nos revela um Paschoal Lemme preocupado em assinalar o que o unia aos "pioneiros". A autora, ao longo do texto, destaca: as tensões e ambigüidades que marcaram a própria trajetória da pesquisa; a reavaliação do movimento renovador e da contribuição de Paschoal Lemme para a democratização e aperfeiçoamento de nosso sistema de ensino; e, finalmente, os avanços e limites alcançados pela produção teórica do campo da educação.
Edição: IFAN-CDAPH; Universidade São Francisco: 1999
Este livro se propõe a contribuir com as pesquisas em torno de novos materiais ambientalmente corretos, ou seja, que devem apresentar propriedades industriais desejáveis e, ao mesmo tempo, que também sejam degradáveis num tempo considerado satisfatório, visando ir ao encontro de soluções economicamente viáveis e ecologicamente recomendáveis para os problemas ambientais decorrentes do lixo produzido em nossas comunidades.
Edição: Editora Universitária São Francisco e Moara Editora, 2003.
O Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais (CBPE) foi uma instituição criada em 1956, sob a liderança de Anísio Teixeira, quando ele era diretor da Instituto Nacional de Estudos Pedagógicos (INEP), órgão ligado ao Ministério da Educação e Cultura (MEC).Durante os anos 50/60, o CBPE reuniu educadores e cientistas sociais em um projeto ambicioso, que tinha como metas prioritárias promover o desenvolvimento de pesquisas sobre educação, a fim de subsidiar as políticas públicas do setor educacional implementadas no país.Esta obra tem como objetivo examinar a dinâmica institucional do CBPE, buscando observar aspectos significativos sobre as condições de produção e desenvolvimento da pesquisa social e educacional naquele período, recuperando um conjunto de esforços relevantes para o desenvolvimento da pesquisa e da intervenção prática no campo da educação.
Edição: IFAN-CDAPH; Universidade São Francisco: 1999
Ao reunir nesta coletânea textos que versam não apenas sobre temas como a relação dos intelectuais com o poder, as políticas educacionais e de preservação do patrimônio histórico e artístico nacional ou a institucionalização das políticas de saúde, mas também sobre música, teatro e cinema, o objetivo dos autores foi oferecer uma visão mais ampla da política de educação e cultura naquele momento da história política brasileira.
Edição: Editora Universitária São Francisco e FGV, 2001.
A obra coloca em discussão vários temas que perpassam o cotidiano escolar – teoria e prática. Os temas são focados em dois eixos: leitura e matemática; aprendizagem e avaliação.
Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2001.
A obra analisa a história do processo e da expansão e consolidação da educação escolar primária pública na Paraíba, de 1849 a 1949. Nesses cem anos de História da Educação, escolar, foi constatada a existência de dois longos períodos, com características particulares, aqui denominados Era das Cadeiras Isoladas e Era dos Grupos Escolares.
Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Autores Associados, 2002.
Neste livro, a autora procura compreender, através da análise das diferentes práticas utilizadas na educação do surdo, as razões pelas quais os pedagogos colocaram em segundo plano a aprendizagem das disciplinas escolares, procedimento que não ocorria em relação ao aluno considerado “normal”. Isto a surpreendia porque constava, como já o afirmava Cardano no século XVI, que a surdez, por si mesma, não afetava a capacidade de aprender. Na procura de respostas, vai refletindo sobre as propostas educacionais oferecidas aos surdos, a partir de nossas raízes européias, mas centrando-se no Brasil, Instituto Nacional de Educação do Surdo (INES), século XX, instituição pública estatal, ainda hoje altamente significativa nesta especificidade educativa.
Edição: Editora Universitária São Francisco e Autores Associados, 1999.
Segundo Pierre Sanchis, este livro cristaliza uma visão original do problema da presença evangélica na sociedade brasileira. Sob os dois aspectos que o caracterizam. Em primeiro lugar, constitui um mapeamento exaustivo do universo pentecostal, não só através de números e proporções, mas também – e os dois aspectos estão perfeitamente articulados – pela detecção das redes concretas de relacionamentos pessoais que atravessam esse universo e lhe dão vida. Em segundo lugar, e pela primeira vez com esta amplitude e isenção, ele olha o campo religioso brasileiro pelo prisma dos meios de comunicação de massa, nomeadamente rádio e TV. Nesse sentido, o seu alcance ultrapassa o nível da “sociologia da religião”, para trazer preciosos insights sobre o papel da mídia na criação e transformação de uma “consciência coletiva” moderna.
Edição: Editora Universitária São Francisco, IFAN e Faculdade de Filosofia São
Boaventura, 2003.
Autores de vários países compareceram a este livro com o objetivo de trazer ao leitor momentos singulares, nos quais o trabalho intelectual transformou os temas criança e infância em “objetos de ciência” e razão de ser da constituição de muitas “obras de referência” sobre o assunto. De forma individual ou coletiva, como trajetória pessoal ou como “escola de pensamento”, a angulação própria que o trabalho intelectual tem oferecido à observação da criança revela-se, também, um campo no qual as representações estão em permanente conflito.
Edição: Editora Universitária São Francisco e Cortez, 2002.
Textos para formação de professores inspirados no pensamento dos psicólogos que mais influenciaram a compreensão do desenvolvimento humano. Enfatiza o desenvolvimento em suas dimensões: pessoal, cognitiva, afetiva, social, sexual e sua ligação com o processo de educação. Texto oportuno para a formação de psicopedagogos e de grande utilidade para todos os interessados em educação.
Edição: Editora Universitária São Francisco e Editora Vozes, 2000 (3a edição).
Onde Encontrar as Publicações
Editora Universitária São Francisco - EDUSF
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